O SEGUNDO LUGAR
Não sei se você já reparou. Quando alguém vai entrevistar uma modelo famosa e pergunta como ela iniciou a carreira, é quase certo que ela vai dizer que estava acompanhando uma amiga num teste e que acabou sendo a escolhida, mesmo não querendo nada com aquilo.
E, quando entrevistam um ator famoso, é comum ele contar que passou anos fazendo papéis figurativos até que foi chamado para substituir às pressas um galã que ficou doente, e só então sua carreira decolou.
Tem também o caso clássico da vencedora de concurso de beleza que acaba sendo ofuscada pela candidata derrotada. Em 1994, Gisele Bündchen ficou em segundo lugar no concurso da Elite, perdendo para Claudia Menezes, sabe a Claudia? Ninguém sabe. E tem a nossa vice Miss Universo, Nathalia Guimarães, até hoje em evidência como se fosse dela a faixa, o cetro e a coroa.
Não sei como se explica isso, mas o fato é que acontece: em concursos das mais diversas naturezas, os que ficam em segundo ou terceiro lugar despontam, enquanto que os ganhadores, por vezes, desapontam.
Logo, a ideia de que sucesso significa entrar pela porta da frente nem sempre é exata. As pessoas mais bem-sucedidas que eu conheço entraram discretamente pela porta dos fundos, e o talento, o esforço e o destino as conduziu, com o tempo, para o palco de onde nunca mais saíram. Dá para acreditar que Luis Fernando Verissimo começou sua carreira jornalística escrevendo horóscopo? Pois é. E ele só aprendeu a tocar sax porque na cidade onde morava nos Estados Unidos, durante sua adolescência, não havia aula de trompete, que era o seu verdadeiro sonho.
Lembrei de tudo isso por causa do fenômeno Susan Boyle, assunto que já torrou a paciência de todos, mas que serve como reflexão sobre ganhar e perder.
Ela passou pelas duas coisas: primeiro ganhou uma projeção absurda com sua performance num concurso de calouros e ficou meio lelé com a mudança repentina da sua vida. Agora, creio que a melhor coisa que aconteceu para essa jovem (meros 48) foi ter perdido para o grupo de dança na finalíssima do programa Britain's Got Talent. Ela já assinou contratos para shows e, se conseguir superar seus abalos psicológicos, incrementar o repertório e levar a sério o seu dom, poderá ter uma carreira muito mais promissora do que os dançarinos que levaram o primeiro lugar... qual é mesmo o nome deles?
Numa era em que todos querem vencer e se destacar com o maior imediatismo possível, de preferência encurtando os caminhos, vale lembrar que as portas laterais, aquelas mais modestas e sem campainha, também dão acesso ao mundo em que se pretende entrar.
Permanecer nele é outro assunto.
* Texto publicado na página 3 de ZH de um dia de junho.
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
É hoje...
Chegou o dia da decisão. Só sei que temos uma pedreira pela frente e que vamos pelear com muita garra. O "coríntia" e o fofômeno... não dá nada, temos time de sobra pra eles. O que vai incomodar é a pressão extra campo. Vamos superar cbf, arbitragem, globo, etc. Até mesmo o presidente da república deseja a derrota do colorado. É vai tá foda, mas quem não lembra daquele joguinho contra o Barça... mais precisamente quando tinhamos o Indio jorrando sague, Pato e Fernandão sendo substituídos e Gabirú em campo. Bah, só dava gremistinha se emocionando pronto pra ver gol do Ronaldinho. Mas, quando tudo parecia perdido o craque Gabiru fez o gol da vida dele e ai só deu Inter. Tudo no Inter foi conquistado com muito suor e sofrimento... por isso Eu(e mais da metade do Rio Grande do Sul) Acredito.
VAMO VAMO INTER!!!
O Gigante me espera
para começar a festa!
Xalaialaiaa...
VAMO VAMO INTER!!!
O Gigante me espera
para começar a festa!
Xalaialaiaa...
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Pasos Al Costado
E vamos Inter só te peço este Campeonato.
Atrás do gol eu canto, bebo e te quero mais.
Sou colorado e nada muda este sentimento.
Porque é nas más que eu demonstro que te amo igual.
E vamos Inter não podemos perder.
E vamos Inter que temos que ganhar.
Daria a vida por um Campeonato, uma Taça a mais!
Atrás do gol eu canto, bebo e te quero mais.
Sou colorado e nada muda este sentimento.
Porque é nas más que eu demonstro que te amo igual.
E vamos Inter não podemos perder.
E vamos Inter que temos que ganhar.
Daria a vida por um Campeonato, uma Taça a mais!
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Nada Vai Nos Separar
Colorado, Colorado
Nada vai nos separar
Somos todos teus seguidores
Para sempre eu vou te amar
Nada vai nos separar
Somos todos teus seguidores
Para sempre eu vou te amar
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Minha Camisa Vermelha
Inter, estaremos contigo.
Tu és minha paixão.
Não importa o que digam
Sempre levarei comigo:
minha camisa vermelha
e a cachaça na mão!
O gigante me espera
para começar a festa!
xalaialaiaa...
xalaialaiaa...
xalaialaiaa...
Tu és minha paixão.
Não importa o que digam
Sempre levarei comigo:
minha camisa vermelha
e a cachaça na mão!
O gigante me espera
para começar a festa!
xalaialaiaa...
xalaialaiaa...
xalaialaiaa...
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Colorado Rumo ao Título da Sul-Americana
Finalmente a cidade de La Plata conheceu a raça do povo gaúcho. O estudiantes não perdia em casa a 43 partidas, desde 2007. Na primeira partida da final da Copa Sul-Americana, deu Internacional 1 x 0 Estudiantes. Numa jogada espetacular do "golden boy" Nilmar que resultou num pênalti Alex, meteu uma bucha indefensável selando a vitória colorada. Tudo isso com meio time a menos já que Guiñazu foi expulso aos 25 minutos do primeiro tempo.Repercussão argentina:
"Inter no especuló con el empate cuando perdió a Guiñazú, por una roja a mitad de la etapa inicial. Entonces, desde el banco partió la orden de pegar el doble cinco (Magrao-Edinho) al fondo, abrir a D'Alessandro y Alex (los de mejores pies en los visitantes) y confiar en la velocidad -con destreza- de Nilmar como único punta. El Príncipe se puso la corona, dejó en posición franca a Nilmar y el cruce de Désabato, con fuerza en exceso, derivó en el penal."
"Inter no especuló con el empate cuando perdió a Guiñazú, por una roja a mitad de la etapa inicial. Entonces, desde el banco partió la orden de pegar el doble cinco (Magrao-Edinho) al fondo, abrir a D'Alessandro y Alex (los de mejores pies en los visitantes) y confiar en la velocidad -con destreza- de Nilmar como único punta. El Príncipe se puso la corona, dejó en posición franca a Nilmar y el cruce de Désabato, con fuerza en exceso, derivó en el penal."

"El verdugo de los argentinos
El tipo no parece gran cosa sin la pelota, tiene un andar cansino, parece que está distraído, pero cuando la recibe cambia, se enchufa, la pisa, le pone pausa, saca a relucir todo su talento para poner pelotas profundas y manejar los hilos del equipo, anoche en sociedad con D'Alessandro. Se llama Alex y es la estrella del momento del fútbol brasileño, el goleador de la Copa Sudamericana y el verdugo de los argentinos. Porque en cuartos fue el artífice de la victoria del Inter ante Boca, poniendo fin a cinco años sin conocer la derrota del equipo argentino en torneos internacionales. Y como no podía ser de otra manera, cuando Amarilla marcó el penal se adueñó de la pelota y con una carrera con freno como la del Burrito Ortega lo dejó sin chances a Andújar en el 1 a 0.
Ya con el resultado a favor y con el gol de visitante taladrando a los de Estudiantes, se soltó un poco más, la pidió y se animó a gambetear con la pelota siempre atada a su zurda. Alex fue la llave del Inter, le dejó el trabajo sucio a Andrés, pero se las ingenió para sacar ventajas y dejar la Copa servida para la revancha."
Agora com meio caminho andado, cabe a nação colorada lotar o Gigante da Beira Rio para comemorar mais um título neste ano. Alguém duvida?!?
El tipo no parece gran cosa sin la pelota, tiene un andar cansino, parece que está distraído, pero cuando la recibe cambia, se enchufa, la pisa, le pone pausa, saca a relucir todo su talento para poner pelotas profundas y manejar los hilos del equipo, anoche en sociedad con D'Alessandro. Se llama Alex y es la estrella del momento del fútbol brasileño, el goleador de la Copa Sudamericana y el verdugo de los argentinos. Porque en cuartos fue el artífice de la victoria del Inter ante Boca, poniendo fin a cinco años sin conocer la derrota del equipo argentino en torneos internacionales. Y como no podía ser de otra manera, cuando Amarilla marcó el penal se adueñó de la pelota y con una carrera con freno como la del Burrito Ortega lo dejó sin chances a Andújar en el 1 a 0.
Ya con el resultado a favor y con el gol de visitante taladrando a los de Estudiantes, se soltó un poco más, la pidió y se animó a gambetear con la pelota siempre atada a su zurda. Alex fue la llave del Inter, le dejó el trabajo sucio a Andrés, pero se las ingenió para sacar ventajas y dejar la Copa servida para la revancha."
Agora com meio caminho andado, cabe a nação colorada lotar o Gigante da Beira Rio para comemorar mais um título neste ano. Alguém duvida?!?
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